quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Descanso e tranquilidade na Lagoa das Almécegas, em Paraipaba

Fizemos uma viagem super rápida por algumas cidades que fazem a chamada Rota Costa dos Ventos. Lançada em 2010, o destino teve como objetivo atrair esportistas e turistas interessados no sol constante e nos bons ventos do litoral do estado, já que o Ceará tem um dos litorais mais de lindos do Brasil, com uma variedade de cores e formas, além do povo acolhedor e integra os municípios de Caucaia, São Gonçalo do Amarante, Paracuru, Paraipaba e Trairi.

De fácil acesso e próximo a Fortaleza, além de seguir por uma estrada que está sendo totalmente duplicada, a Rota Costa dos Ventos reúne algumas das praias mais bonitas do estado. Soma-se a esse cenário dunas cinematográficas, falésias alaranjadas, coqueirais, lagoas de águas límpidas, dando o tom de espetáculo ao destino e promovendo uma viagem cheia de experiências inesquecíveis.

A nossa ideia inicial era fazer quatro municípios em três dias, mas não conseguimos nem metade do que queríamos. Tivemos alguns contratempos e precisamos voltar antes do esperado, ou seja, percalços que todo viajante passa. MAS só em termos conhecido a Lagoa das Almécegas, em Lagoinha, no município de Paraipaba, valeu todo o fim de semana. A dica veio de uma amiga e seguidora da fanpage e certamente valeu incluir a Lagoa em nosso roteiro bate-volta.


COMO CHEGAR?
Existem duas rotas que levam à Lagoa das Almécegas, considerada a segunda maior lagoa do Ceará e que fica na chamada Costa do Sol Poente, saindo a partir de Fortaleza. A primeira via BR 222 e a segunda pela conhecida Estruturante, a CE 085. A estrada está bem sinalizada e em uma boa parte do trecho sendo duplicada. Assim, o viajante segue com destino à Paraipaba. Após passar a parte urbana da cidade, continua-se a viagem sentido Lagoinha. A OceanView, agência especializada em receptivos e parceira do nosso blog, também oferece passeio Fortaleza-Lagoinha com todo conforto (confere aqui).

Já na entrada da Lagoinha, entra-se a esquerda e segue por estrada carroçal (mas em bom estado) até chegar a Reserva das Pedrinhas, cerca de 6 kms. Lá, entra a direita no portal indicativo e aí sim, o visitante chega a Lagoa das Almécegas. Para os aventureiros de plantão, esse percurso Lagoinha x Lagoa das Almécegas também é facilmente feito de bike. Para quem vai de ônibus interurbano, a empresa Fretcar surge como opção (http://www.fretcar.com.br/). A passagem custa em torno de R$ 9,20 com duração aproximada de duas horas de viagem, saindo de Fortaleza.

Uma outra opção, estando já em Lagoinha, é fazê-lo com a Associação de Bugueiros de Paraipaba (poderá comprar o passeio com bugueiros credenciados na praia da Lagoinha ou no mirante) ou com as agências de turismo. Existe um pacote 03 em 01 que sai de pau de arara (ou jardineira) para passeio no sertão, atravessando a Lagoa das Almécegas de catamarã e retornando de buggy pelas dunas. A média de valor desse passeio é entre R$ 45,00 a R$ 50,00 por pessoa (preço de outubro/2014). Caso queira fazer apenas o passeio de barco, o restaurante oferece ao custo de R$ 12,00 por pessoa.

O local tem uma boa infra-estrutura e ideal para quem busca descanso e tranquilidade. Viajamos em três adultos e uma criança de três anos e foi só diversão. A lagoa, de águas tranquilas e cristalinas, propicia um banho relaxante. O local é bem arborizado e com várias redes para o descanso, especialmente pós-almoço, quando bate aquela preguiça. O cardápio oferecido é variado e preço justo, mas com poucas opções pra lanche, em especial as crianças. Ainda assim, ficamos muito satisfeitos. No final do dia, não havíamos gasto nem R$ 80,00 (almoço completo e bebidas, incluindo refrigerante, cerveja e drink), excelente custo-benefício.








Uma observação importante: quase não fizemos fotos do passeio. Pela primeira vez em nossas viagens, "abandonamos" a câmera de lado e curtimos de forma muito intensa, aproveitando cada momento... Foi tão bom esse passeio que esquecemos de fazer fotos (motivo pra voltar urgente, não é?) Só quando chegamos que demos "falta" do que não registramos. Agora, fica a vontade de em breve repetir o roteiro, dessa vez com mais calma e mais fotos.


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